Brigas que Bolsonaro vai comprar ou não

POLÍTICA BRASIL

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.netPor Jorge Serrão – serrao@alertatotal.netMembro do Comitê Executivo doMovimento Avança Brasil
Pode se preparar para aguentar a gritaria midiática e artística de transnacionais ambientalistas como a norueguesa Norad, a britânica Oxfam, The Nature Conservancy e o Greenpeace – que formam a tal de Amazon Aliance – controladora de uma picaretagem chamada Conselho Indígena de Roraima (CIR).
Um dos primeiros atos do governo Jair Bolsonaro será um decreto revendo a criação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. As ONGs têm olho gordo na região porque ela tem a maior reserva de nióbio e a segunda maior reserva de urânio do planeta. Também tem muito ouro, estanho, diamante, zinco, caulim, ametista, cobre, diatomito, barita, molibdênio, titânio e calcário.
A Raposa do Sol fica próxima de um dos maiores campos de petróleo da Venezuela. A reserva foi uma estupidez homologada em 2015. A reserva de 1,7 milhão de hectares arrasou com a economia do estado de Roraima – que hoje é invadido por venezuelanos desesperados com a democradura do Nicolas Maduro. Por isso, rever a situação da Raposa Serra do Sol é uma decisão estratégica que Bolsonaro tomará de imediato.
Ontem, o Presidente eleito se viu forçado a anunciar que não comprará uma briga polêmica – colocada em pauta por seu filho, o deputado reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Bolsonaro pai advertiu, via Twitter, que não vai tratar da implantação da pena de morte no Brasil: “Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus (sic) propositais diários”.
Bolsonaro só pretendia retornar a Brasília no dia 29, pertinho da posse. No entanto, preferiu priorizar o alinhamento do discurso de sua futura equipe de governo, para evitar factóides e polêmicas inúteis. Bolsonaro agendou para a próxima quarta-feira (19), às 10 horas, a primeira reunião com seus 22 indicados para os ministérios. O freio de arrumação e lavagem de alguma roupa suja fora de hora acontecerá na sede do “Governo de Transição”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília.  
Será uma excelente oportunidade para Bolsonaro fechar qual será sua agenda de começo de governo. Muita coisa pode ser antecipada para tranqüilizar os nervosos deusinhos do mercado. No entanto, muita decisão deve ser mantida em sigilo, e só anunciada na hora certa, para que não ocorra sabotagem prévia contra medidas que não podem ser adiadas.
É bom Bolsonaro revelar que brigas deseja comprar, junto com as polêmicas em que não deseja se meter, ao menos de imediato. Por isso, é normal que aliados próximos e até os filhos se preparem para “tomar muito cascudo” até o governo começar, de verdade.

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Dezembro de 2018.

Fonte: http://www.alertatotal.net/2018/12/brigas-que-bolsonaro-vai-comprar-ou-nao.html

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